Azulou
Recebi um ERP pela metade, com código sendo escrito e quase nenhuma documentação de design. Antes de desenhar tela nova, foi preciso entender o que já existia.
- O quê
- ERP modular para pequenas empresas
- Cliente
- Paguru
- Papel
- Product Designer
- Duração
- 3 anos
- Onde
- Web e app

O problema
O Azulou cobre produtos, serviços, contatos, PDV, ordens de serviço, financeiro e agenda, com módulos que o cliente instala e remove. Desenvolvimento e design andavam ao mesmo tempo, e cada pedido de cliente puxava o produto para um lado.
Muitos desses pedidos vinham de pet shops. A especialização trouxe regras novas: o dono é o cliente e o animal é um sub-cliente, com histórico próprio.


Como cheguei lá
Matriz CSD e Sexy Canvas para alinhar o que sabíamos sobre os dois perfis: o empresário, que define o que cada funcionário pode ver, e o funcionário, que opera o dia a dia.
Depois, o mapeamento dos fluxos base, priorizados por esforço × impacto com os stakeholders. Num sistema modular, regra solta vira bug. Por isso cada fluxo ganhou user story mapping com as regras amarradas antes de ir para a tela.
Benchmark com Quaddro, Reservio e Gendo mostrou o mesmo gargalo em todos: dados de cliente digitados à mão no agendamento. O Azulou já tinha a base de clientes, e isso virou vantagem.



O produto
Web e app com a mesma linguagem: agenda, vendas, financeiro e relatórios, com os módulos que cada empresa escolhe ligar.






Resultado
Fluxos documentados pela primeira vez, servindo de base para o time de desenvolvimento e para as evoluções seguintes.
Produto reposicionado para o nicho pet, com interface e jornada pensadas para dono e animal.
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